Hoje, os profisisonais competentes que vendem, criam e desenvolvem sites e camapanhas digitais na internet encontram um obstáculo cruel: a falta da cultura internet dos seus clientes e “prospects”.

Esses profissionais competentes deixaram de produzir sites comuns, com os antigos apenas “quem somos”, “nossos produtos”, “fotos”  e “contato” para pensar na comunicação da marca no mundo digital, explorando a internet e todos os seus muitos recursos – blogs, twitter, you tube, redes sociais, e-mail marketing, entre outros – para interagir com o público alvo das empresas.

O planejamento de marketing digital tem o papel de analisar o segmento do cliente e propor ações competentes para que ele tenha força de venda na web e aproveite o que há de melhor nesse mundo tão complexo, e não apenas ter aquele “sitezinho” básico como era feito há 5 anos atrás.

O problema: existem profissionais altamente capacitados criando estratégias através de ações interessantes, inovadoras e criativas, de acordo com o que o consumidor da marca deseja, porém essas ações são barradas porque o cliente teme a inovação e também o investimento, mesmo sendo ele muito mais baixo do que imprimir 10 mil panfletos, como se fazia há alguns anos atrás.

Inovação, criatividade, interatividade, redes sociais, vídeos, aumento de vendas são resultados plenos desse investimento na web 2.0.

As empresas que não mudarem a sua cultura serão esmagadas pelas empresas que acreditam na rede como estratégia de negócios, ou, na melhor hipótese, vão deixar de atingir um público sedento de informações (o da web) e perderão a oportunidade de ganhar mais, investindo menos.

Vamos refletir e perceber que tipo de empresas somos?