O crescente uso das redes sociais em todo o mundo vem despertando o interesse de empresas e corporações que passaram a utilizar essa plataforma como ferramenta de negócios. No entanto, a falta de conhecimento sobre como utilizá-las tem feito com que as empresas deixem de considerar essa ferramenta como parte da sua estratégia de relacionamento.
Para Gerson Rolim, diretor executivo da camara-e.net, as empresas ainda estão aprendendo a utilizar essas ferramentas no Brasil. “Até mesmo as organizações que administram plataforma, como o Twitter, estão aprendendo a monetizar o negócio. Por isso, vemos alguns casos de acerto, como a tão citada venda da Tecnisa, e alguns erros também”, declara.
Consideradas novas no País, essas ferramentas ainda são fonte de incerteza quanto à maneira correta de uso por parte de empresas e instituições. Muitas ainda não sabem como mensurar resultados ou, até mesmo, como sua utilização pode influenciar de maneira positiva ou negativa seus negócios.
Cristiano Miano, sócio-diretor da DigiPronto, agência especializada em soluções web, considera que “já é tarde para as empresas entenderem a utilidade dessas ferramentas”. Segundo ele, as redes sociais e o network sempre existem, o que essas plataformas fazem é potencializar o negócio e o relacionamento com o público. “As empresas sempre se preocuparam em manter um canal de relacionamento. Com a evolução das redes, esses canais se tornaram mais acessíveis e os consumidores têm aproveitado para chegar mais perto das empresas e prestadores de serviços”, disse.
Miano lembra que, apesar de não ser um canal com 100% de capilarização, os usuários das redes não podem ser ignorados porque “existem clientes de todas as classes sociais na rede”.
Para Rolim, da camara-e.net, a utilização desse meio para comunicação entre corporações e público deve ser levada em consideração. “Essas redes são muito úteis. Falando especificamente sobre o Brasil, somos recordistas em uso de Internet e nossa população gosta de ‘conviver’ em rede. Por conta disso, as empresas devem entender que o internauta e o e-consumidor estão participando desse meio e influenciado opiniões”, conclui.

O crescente uso das redes sociais em todo o mundo vem despertando o interesse de empresas e corporações que passaram a utilizar essa plataforma como ferramenta de negócios. No entanto, a falta de conhecimento sobre como utilizá-las tem feito com que as empresas deixem de considerar essa ferramenta como parte da sua estratégia de relacionamento.
Para Gerson Rolim, diretor executivo da camara-e.net, as empresas ainda estão aprendendo a utilizar essas ferramentas no Brasil. “Até mesmo as organizações que administram plataforma, como o Twitter, estão aprendendo a monetizar o negócio. Por isso, vemos alguns casos de acerto, como a tão citada venda da Tecnisa, e alguns erros também”, declara.
Consideradas novas no País, essas ferramentas ainda são fonte de incerteza quanto à maneira correta de uso por parte de empresas e instituições. Muitas ainda não sabem como mensurar resultados ou, até mesmo, como sua utilização pode influenciar de maneira positiva ou negativa seus negócios.
Cristiano Miano, sócio-diretor da DigiPronto, agência especializada em soluções web, considera que “já é tarde para as empresas entenderem a utilidade dessas ferramentas”. Segundo ele, as redes sociais e o network sempre existem, o que essas plataformas fazem é potencializar o negócio e o relacionamento com o público. “As empresas sempre se preocuparam em manter um canal de relacionamento. Com a evolução das redes, esses canais se tornaram mais acessíveis e os consumidores têm aproveitado para chegar mais perto das empresas e prestadores de serviços”, disse.
Miano lembra que, apesar de não ser um canal com 100% de capilarização, os usuários das redes não podem ser ignorados porque “existem clientes de todas as classes sociais na rede”.
Para Rolim, da camara-e.net, a utilização desse meio para comunicação entre corporações e público deve ser levada em consideração. “Essas redes são muito úteis. Falando especificamente sobre o Brasil, somos recordistas em uso de Internet e nossa população gosta de ‘conviver’ em rede. Por conta disso, as empresas devem entender que o internauta e o e-consumidor estão participando desse meio e influenciado opiniões”, conclui.

Fonte: Executivos Financeiros